Em seu discurso de posse a nova presidente disse: "Optei, assim, por lhes falar com o coração. Dizer-lhes como vejo e como sinto o tão combalido Poder Judiciário da Bahia. Falar-lhes de nossos problemas, nossos anseios, nossas conquistas, nossas realizações. Relembrar-lhes um pouco, apenas um pouco, da nossa história recente, recheada de percalços, incompreensões e críticas que, travestidas de denúncias, não raro, resvalam para a afronta pública, com nítido propósito de desacreditar, desmoralizar e enfraquecer." Lembrou que: "Ainda não há assessores para os Magistrados. É notória a defasagem do quadro de pessoal. Em descompasso com o aumento populacional e o crescimento da demanda, mantém-se estagnada a quantidade de Servidores nas unidades judiciais e extrajudiciais. Muitos Ofícios e Serventias, apesar da ampliação do quadro definida na nova Lei de Organização Judiciária, sequer alcançam o número de Servidores previsto na legislação aprovada nos idos de 1979. Faltam-nos recursos para fazer frente às despesas com novas nomeações. Dificuldades orçamentárias nos mantêm engessados." Falou sobre a "valorização e fortalecimento dos nossos Juízes e Servidores. Integram eles a base da pirâmide sem a qual não há espaço para falar em acesso à Justiça rápida e eficaz. Compreendamos que são eles o alicerce da nossa hierarquia, são eles que mantêm o contato direto com os jurisdicionados, os fatos e as provas; sobre eles recai a cobrança primeira e sem eles a Justiça jamais se fará presente e imediata."
Veja o discurso na íntegra:




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